Visconde de Albuquerque

Visconde de Albuquerque

Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque

Antônio Francisco de Paula de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque, o Visconde de Albuquerque (Engenho Pantorra, Cabo – Pernambuco, 21 de agosto de 1797 — Rio de Janeiro, 14 de abril de 1863), iniciou-se na carreira militar ainda criança, atingindo o posto de Tenente-Coronel, no qual se reformou, em novembro de 1832. Conselheiro de Estado ocupou a pasta da Fazenda em quatro Gabinetes. Nos dois primeiros períodos, enfrentou a situação crítica do estado econômico do País.

Em 1846, voltou ao cargo; nesse período reorganizou as Recebedorias das Rendas Internas, criou as da Bahia, Pernambuco, Maranhão, Pará e São Pedro do Sul, atual Rio Grande do Sul, com a atribuição de arrecadar tributos, o que até então era feito pelas Alfândegas. No Gabinete do Marquês de Olinda, em 1862, pela quarta e última vez, exerceu o cargo de Ministro da Fazenda. Chamado para outras pastas ocupou a da Marinha também por quatro períodos; dirigiu ainda as pastas da Guerra e do Império.

Família e Juventude

Era filho do Capitão-Mor Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e de Maria Rita de Albuquerque Mello. Aos dez anos foi cadete, sendo promovido mais tarde a Tenente-Coronel, posto em que foi reformado. Casou-se com Emilia Cavalcanti de Albuquerque.

Atividades Políticas

Foi eleito Deputado por sua província na 1ª legislatura de 1826 a 1829, na 2ª e 3ª de 1830 a 1837. Foi Senador em 1838. Em 1829 foi Ministro da Fazenda e em 1840 ecerceu o cargo de Ministro da Marinha. Foi deputado geral, ministro da Fazenda, ministro da Marinha, conselheiro de estado e senador do Império do Brasil de 1838 a 1863.

Atividades Maçônicas

Em 3 de dezembro de 1837, em substituição a José Bonifácio de Andrada e Silva, é eleito Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, cargo que ocupou até 1850, quando então o passou a Miguel Calmon du Pin e Almeida (Marquês de Abrantes).

Fontes:
Website: Wikipedia.org
Website: Fazenda.gov.br

Tradicionalmente, a Maçonaria surgiu com as civilizações, e esteve presente na formação de quase todas elas, para instruir os homens nos princípios da construção social, construindo mentes sábias e personalidades...
Tradicionalmente, a Maçonaria surgiu com as civilizações, e esteve presente na formação de quase todas elas, para instruir os homens nos princípios da construção social, construindo mentes sábias e personalidades.
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