Jaime I

Rei Jaime I da Inglaterra

Jaime I
Jaime I (em inglês, James I ; Edimburgo, 1566 – Theobalds House, Hertfordshire, 1625), foi rei da Inglaterra e da Irlanda (1603-1625), sendo antes disso rei da Escócia, com o título de Jaime VI (1567-1625).

Rei Jaime I da Inglaterra Rei da Grã-Bretanha e Irlanda (1603-1625) nascido no Castelo de Edimburgo, em Edimburgo, Escócia, também foi rei da Escócia como Jaime VI, tornando-se o primeiro soberano dos dois reinos simultaneamente. Filho único da católica Maria Stuart e de seu segundo marido Henry Stuart, o Lord Darnley. Tornou-se rei da Escócia com apenas um ano de idade, em conseqüência da abdicação forçada de sua mãe em 1567.

Educado por nobres escoceses dentro de uma disciplina rigorosa, após a regência de vários nobres, assumiu o governo em 1583 e concentrou-se na luta contra os católicos, na repressão aos presbiterianos que queriam limitar a autoridade real e na obtenção do reconhecimento oficial de seus direitos sucessórios. Sufocou a conspiração da pólvora, revolta dos católicos que, obrigados por força de lei à lealdade ao rei e não ao papa, e enforcou seu líder Guy Fawkes.

Promoveu a pacificação da Europa e a expansão colonial na América. Com a morte de Elizabeth I, em 1603, mudou-se para a Inglaterra como herdeiro do trono e tornou-se o primeiro rei da dinastia Stuart no país, por ser o parente mais próximo da família real inglesa. Embora desejasse a amizade a Espanha, suas atitudes confusas causou uma guerra contra esse país.

Também devido sua deficiência de conhecimento dos costumes da Inglaterra, seu reinado enfrentou constantes conflitos políticos, principalmente com relação ao Parlamento e a Câmara dos Comuns, e tornou-se muito impopular no final de seu reinado, morrendo em Theobalds, Hartfordshire, Inglaterra.

Também dedicou-se  à literatura, destacou-se, entre suas obras, o tratado Daemonologie (1597) e a publicação da versão inglesa da Bíblia, a King James’ Bible (1611).

Jaime I (em inglês, James I ; Edimburgo, 1566 – Theobalds House, Hertfordshire, 1625), foi rei da Inglaterra e da Irlanda (1603-1625), sendo antes disso rei da Escócia, com o título de Jaime VI (1567-1625).

Proclamado como Rei da Escócia com um ano de idade, uma série de Regentes governaram durante sua menoridade, até 1578. Em 1603 sucedeu Isabel I no trono da Inglaterra e Irlanda, que morreu sem descendência.

Os direitos de Jaime ao trono inglês, como descendente de Henrique VII, eram superiores aos de outros pretendentes. Regeu conjuntamente Inglaterra, Escócia e Irlanda por um período de 22 anos, até sua morte aos 58 anos. Depois da União das Três Coroas, Jaime foi o primeiro com pretensões de ser chamado como Rei da Grã-Bretanha, porém encontrou oposição nos parlamentos da Inglaterra e Escócia, que consideravam o título carente de tradição e base legal.[1]

No início de seu reinado na Inglaterra, Jaime I enfrentou com êxito a célebre Conspiração da Pólvora em 1605 e sucessivos conflitos com o Parlamento, que lhe era hostil, especialmente no tocante ao aumento de impostos. Jaime I quis também manter a paz com a Espanha mas suas atitudes confusas causaram a guerra com esse país. Durante seu reinado, Jaime I favoreceu o anglicanismo e perseguiu católicos e puritanos. De acordo com alguns historiadores, a política absolutista de Jaime, sua irresponsabilidade financiera e os favores otorgados a seus favoritos impopulares são as bases da Guerra Civil Inglesa, durante a qual foi executado seu filho e sucessor, Carlos I.

Durante seu reinado a “Era Dourada” iniciada por Isabel I do drama e da literatura continuou com grandes escritores como William Shakespeare, John Donne, Ben Jonson e Francis Bacon, que o Rei patrocinou, contribuindo com o florescimento cultural. [2]

Apaixonado por teologia, o Rei ordenou a tradução da Bíblia que leva seu nome, a Bíblia do Rei Jaime, que ainda até os dias de hoje, é a oficial da Igreja Anglicana. Jaime era um homem muito instruído e inteligente, segundo o Henrique IV da França, Jaime era “le plus savant fou de la chrétienté”, algo como “o mais erudito tolo da cristandade”. Jaime também escreveu livros como True law of free monarchies e Basilikon Doron, defendendo o “direito divino dos reis

James of Edinburgh, o rei Jaime I da Inglaterra (1566 – 1625)

Figura copiada do OFFICIAL WEB SITE ROYAL:  www.royal.gov.uk

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