Grande Loja Maçônica do Estado de Goias

Grande Loja Maçônica do Estado de Goias

Introdução — Foi da Grande Loja do Estado de São Paulo a iniciativa de criação das primeiras Lojas Maçônicas no Estado de Goiás. Esse trabalho pioneiro foi realizado, em grande parte, pelo bandeirante da Maçonaria, nestas plagas, Manoel Guilhermino dos Santos, delegado do grão-mestre da Grande Loja de São Paulo, autêntico semeador de Lojas Maçônicas, nestes altiplanos.

1 – As Primeiras Lojas: A história registra que esse trabalho lento e persistente foi sendo realizado a partir dos anos quarenta do século 20. Assim é que, paulatinamente, foram brotando Lojas Maçônicas, na capital e no interior: Goiânia, Anápolis, Pires do Rio, Rio Verde, Caiapônia etc.

A primeira loja, em Goiás, é, sem qualquer sombra de dúvida, a Loja Maçônica Adonhiran nº 11, por isso mesmo denominada, por decisão recente, Adonhiran Primeira, fundada a 31 de julho de 1946, tendo como seu primeiro venerável mestre o obreiro Eduardo de Freitas. E funcionou, por primeiro, à Rua 16 nº 28, Centro, transferindo-se, posteriormente, para a Rua 6 nº 30, Centro, onde funcionaria até a construção de seu templo definitivo, à Avenida Universitária, igualmente Centro.

Viria, em seguida, a Loja Roosevelt, de Anápolis, fundada a 7 de fevereiro de 1947, sob a liderança do obreiro Luiz Caiado de Godoy. Essa Loja funcionou, inicialmente, à Rua Quintino Bocaiúva, esquina com Rua Rui Barbosa, Centro. E teve o privilégio de oferecer à Grande Loja o seu primeiro grão-mestre, precisamente o grande maçom Luiz Caiado de Godoy.

Em seguida, viria a Loja Educação e Moral nº 8, fundada a 7 de julho de 1949, sendo seu primeiro venerável mestre o saudoso Lafayette Teixeira França, o segundo grão-mestre da Grande Loja. Durante duas décadas, funcionou no tempo da Loja Adonhiran, à Avenida

Universitária. No segundo mandato de seu venerável mestre Licínio Barbosa, o período de 1969-1970, construiu o seu próprio templo, à Avenida das Nações Unidas, Setor Universitário, — inaugurando um novo estilo arquitetônico que seria seguido por outras Lojas, dentre as quais se destacam a Roosevelt, a Estrela Universal (de Quirinópolis) e a própria Adonhiran, além de várias outras Lojas, em Goiás e no Tocantins.

Essas três Lojas Maçônicas exerceriam grande influência na criação da Grande Loja de Goiás.

2 – Preparativos: Com a inauguração oficial de Goiânia, a 5 de julho de 1942, — seu crescimento avultava, a cada ano, e a cidade, nova capital do Estado, se projetava no cenário nacional, como uma nova fronteira na conquista, habitação e desenvolvimento de todo o Centro-Oeste.

Inquietava os Maçons de Goiás o fato de que não tinham autonomia administrativa. Porquanto, as diretrizes vinham da Grande Loja de São Paulo, uma das sete Grandes Lojas criadas, em 1927, pelo grande maçom Mário Behring, comendador do Supremo Conselho do Grau 33 para o Brasil. Por isso, e porque a Grande Loja de São Paulo já não tinha condições de dar, — pela enorme distância, numa época em que não existiam estradas, e as linhas aéreas eram escassas — de dar a imprescindível assistência às Lojas disseminadas pela capital e pelo interior de Goiás, os maçons daqui decidiram criar a sua Potência Maçônica.

Assim é que, a 6 de maio de 1951, reuniram-se os obreiros das Lojas Adonhiran, Roosevelt e Educação e Moral, no recinto da primeira, então localizada à Rua 6 nº 30, esquina com a Rua 4, Centro, para tratar da criação da Grande Loja de Goiás.

Na reunião conjunta, a Loja ficou assim composta: venerável mestre, colombiano Augusto de Bastos; primeiro vigilante, Irineu Mendes; segundo vigilante, Jerônimo Bareicha; orador, Genésio Barreto de Lima; secretário, Francisco Ribeiro Scartezzini, auxiliado por Hênio da Silva Maia; tesoureiro, Benedito Barreira de Moraes; chanceler, Manoel Domingos Terrível Jr. Tomaram assento no oriente Luiz Caiado de Godoy e Lafayette Teixeira França.

Os trabalhos foram abertos pelo obreiro colombiano Augusto de Bastos, assinalando que a ordem do dia seria a fundação da Grande Loja, constituindo-se, a sessão, em assembléia geral das três Oficinas referidas: Adonhiran, Roosevelt e Educação e Moral. O orador fez especial menção ao Dia das Mães.

Com a palavra, Luiz Caiado de Godoy colocou, objetivamente, a situação de relativo abandono dos maçons de Goiás pelos maçons de São Paulo, — o que foi alvo de sua fala, na reunião trimestral de 1950, de que tomou parte, na capital de São Paulo. E lançou a idéia de criação da Grande Loja de Goiás.

Lafayette Teixeira França apoiou as colocações de Luiz Caiado de Godoy, e criticou a desorganização administrativa da Grande Loja de São Paulo, espelhada no envio de correspondência de maneira desordenada. E sugeriu que se cuidasse, desde então, de esboçar- se a constituição futura Grande Loja. Após várias discussões, ficou assente que a fundação da Grande Loja dar-se-ia no dia 9 de junho, às 17h30, no templo da Loja Adonhiran, então à Rua 6 nº 30, Centro.

3 – A Data Magna: No dia aprazado, 9 de junho de 1951, às 17h30, reuniram-se os obreiros das Lojas convidadas no templo da Loja Adonhiram. Abertos os trabalhos, a Loja ficou assim

composta: venerável Mestre, Colombino Augusto de Barros; primeiro vigilante, Irineu Augusto Mendes; segundo vigilante, Samuelino Fernandes de Castro; orador, Plínio A. Gonzaga Jayme; secretário, Francisco Ribeiro Scartezzini, auxiliado pelos obreiros Genésio de Lima e Hênio da Silva Maia; tesoureiro, Carlos Castanho.

A seguir, Colombino convidou Manoel Guilhermino dos Santos, delegado do grão-mestre da Grande Loja de São Paulo, em todo o Estado de Goiás, para presidir e conduzir os trabalhos. Ao assumir a presidência dos trabalhos Manoel Guilhermino determinou que fosse feita a chamada nominal dos obreiros integrantes das Lojas representadas na Assembléia, tarefa a cargo de Genésio Barreto de Lima.

Ficou decidido que outras reuniões seriam realizadas para a escolha do grão-mestre e composição do Alto Corpo da nova potência maçônica. Por consenso, a escolha recaiu no ilustre Maçom Luiz Caiado de Godoy que, ao aceitar o cargo, nomeou, incontinente, o obreiro Colombino Augusto de Bastos seu deputado, cargo correspondente ao de grão-mestre adjunto na nomenclatura de nossa Constituição. Como grande secretário-chanceler, foi designado Manoel Guilhermino dos Santos, que vinha ocupando, até então, o cargo de deputado do grão- mestre da Grande Loja de São Paulo e, nesta condição, seria o grande propagandista da Maçonaria, nestes altiplanos, valendo-se, para tanto, da sua profissão de viajante-comercial, ou caixeiro-viajante. Por eleição, foram preenchidos outros cargos: grande 1º vigilante, Lafayette Teixeira França; grande 2º vigilante Benedito Barreira de Moraes. Por aclamação, foram escolhidos os titulares de outros cargos: grande Orador, Plínio A. Gonzaga Jayme; grande tesoureiro, Francisco Ribeiro Scartezzini; grande hospitaleiro, José Luiz Galvão; grande mestre de Cerimônias, José Bach; grande 1º diácono, Absalão Mendonça; Grande 2º diácono, Antônio Alves; grande Cobridor, Hênio da Silva Maia; Grande Guarda do Livro da Lei, Carlos Castanho; Grande Porta-Estandarte, Jerônima Bareicha; Grande Arquiteto, Manoel Domingues Terrível Júnior; Grande Guarda do Templo, Albano Dias. Para as Grandes Comissões Permanentes, foram escolhidos: I – Grande Comissão de Finanças — Albano Dias, Gérson de Souza Arraes e José Luiz Galvão; II – Grande Comissão de Legislação e Justiça — Acary Passos de Oliveira, Genésio Barreto de Lima e Irineu Augusto Mendes; III – Grande Comissão de Assuntos Gerais — Colombino Augusto de Bastos, Crimildes Azeredo, Plínio A. Gonzaga Jayme, Lafayette Teixeira França e Benedito Barreira de Moraes.

Estava, assim, fundada a Grande Loja do Estado de Goiás, e composta sua administração provisória, sua primeira administração, à qual incumbiria adotar as providências visando à instalação da nova Potência maçônica.

4 – A Instalação: Após vários entendimentos entre a potência-filha e a potência-mãe, deu-se a instalação da Grande Loja de Goiás no histórico 14 de Julho de 1951. Por certo, a data foi escolhida como homenagem à Queda da Bastilha, obra dos Maçons europeus, liderados por José Bálsamo, o misterioso Conde de Cagliostro.

A solenidade teve início às 20h, no templo da Loja Adonhiram, presente grande representação, inclusive do grande oriente. Ei-la: “Acácia Brasiliense”, “Asilo da Acácia”, “Luz e União”, “Ordem e Progresso”, “Asilo da Razão”, “Virgílio Nascimento” (esta do Estado de São Paulo), além de outras Lojas oriundas de Belo Horizonte(MG) e Rio de Janeiro (RJ). Os trabalhos foram abertos pelo obreiro Genésio Barreto de Lima, no grau de mestre. Os demais cargos foram preenchidos ad hoc pelo grande mestre de cerimônias.

O presidente dos trabalhos determinou que fosse dada entrada às delegações que se encontravam no vestíbulo.

A seguir, Genésio convidou Manoel Guilhermino dos Santos para presidir os trabalhos, passando-lhe o Grande Malhete.

Ao assumir os trabalhos, Manoel Guilhermino designou Pedro Arédio para secretariar os trabalhos da histórica sessão. Fez-se a leitura do Balaústre, que foi aprovado, à unanimidade. Esse Balaústre concernia à sessão de eleição para a primeira administração da nova Potência maçônica.

Manoel Guilhermino mandou que o grande mestre de cerimônias, acolitado pelos diáconos, desse ingresso, com formalidade, ao primeiro grão-mestre da nova Grande Loja, Luiz Caiado de Godoy que, após prestar o solene compromisso, no Altar dos Juramentos, recebeu o Grande Malhete que lhe transmitiu o presidente dos trabalhos, Manoel Guilhermino.

O grão-mestre Luiz Caiado de Godoy tomou, então, o compromisso de cada um dos integrantes do alto Corpo, e os investiu nos respectivos cargos: Como deputado, Colombino Augusto de Bastos; grande secretário-chanceler, Manoel Guilhermino dos Santos; grande 1º vigilante, Lafayette Teixeira França; Grande 2º vigilante, Benedito Barreira de Moraes; bem assim, aos demais integrantes do Alto Corpo.

5 – O Ágape: Após a solenidade de instalação, o novo (e primeiro) grão-mestre, Luiz Caiado de Godoy, ofereceu um ágape fraternal no Balneário do Lago das Rosas, a que compareceram representantes de dezessete Lojas Maçônicas da jurisdição goiana. E, também, integrantes do Poder Executivo estadual, da Câmara de Vereadores de Goiânia, da Imprensa falada e escrita, e de várias entidades de classe.

6 – Sede Provisória: O grão-mestre Luiz Caiado de Godoy cuidou, após a festiva instalação da Grande Loja, de dar-lhe uma sede, embora provisória, fixando-a no 5º andar do edifício do IAPI, sito à Avenida Goiás, Centro. Mais tarde, a Grande Loja funcionaria no templo da Loja Adonhiram, à Avenida Universitária (ou Rua 10), Centro, transferindo-se, posteriormente, para uma sala do edifício da Drogasil, à Avenida Anhanguera, esq. c/ Rua 6, Centro. Na gestão do grão-mestre Carlos Vieira da Silva, adquiriu uma sala no Edifício Sayonara, à Rua 8, Centro.

No meu grão-mestrado, — 1975/1978 —, obtive, mediante doação, da Prefeitura Municipal, através do prefeito Francisco de Castro, o terreno onde lancei a Pedra Fundamental do atual Palácio Maçônico, Setor Jaó.

7 – A Mensagem do Primeiro Grão-Mestre: Luiz Caiado de Godoy proferiu, na sua posse e investidura, vigoroso discurso, peça arquitetônica de inestimável valor.

Eis alguns excertos da histórica oração.

“A fundação da sereníssima grande loja maçônica do Estado de Goiás representa a concretização de uma antiga aspiração de maçons sinceros e dedicados, que sentiam a sua necessidade, perfeitamente compatível com o grau de progresso e evolução por que vem passando esta grande unidade da federação.

“No tocante à maçonaria e ao espiritualismo, o progresso é evidente em nosso meio, de alguns anos para cá. Em 5 de setembro de 1933, cooperamos para a fundação da primeira Loja Maçônica, em Anápolis, sob os auspícios da sereníssima grande loja simbólica de Minas Gerais, que funcionou até 1937, sendo obrigada a abater as suas colunas, em virtude do golpe integralista daquela época.

“Em 1946 é fundada, em Goiânia, a Loja Adonhiram, sob os auspícios da sereníssima grande loja do Estado de São Paulo, e no dia 7/2/1947 funda-se, em Anápolis, a Loja Roosevelt, sob a mesma jurisdição.

“Entretanto, apenas 4 anos depois temos o prazer de constatar a existência de 17 lojas da mesma jurisdição da grande loja de São Paulo, filiadas a outras potências maçônicas (…)

“O dia é, portanto, de grande júbilo para todos nós.

“A maçonaria, sobre ser a mais bela, a mais sublime e a maior de todas as instituições humanas, assim como a árvore que produz gostosos frutos, tem sido atacada e apedrejada, às vezes por elementos ignorantes. Mas os que mais atacam a maçonaria e a procuram denegrir são exatamente os déspotas, os prepotentes, os tiranos, os intolerantes e os corruptos, porque enxergam nela uma força temível e indestrutível contra os seus desmandos e corrupções. Porque a bondade, o amor, a fraternidade e o altruísmo são as forças mais terríveis de que um homem pode dispor, para se defender de seus inimigos. A maçonaria prega o bem, o amor, a tolerância e todas as virtudes, e, por isso, não é tolerada pelos agentes do mal, pelos que pregam o ódio e a intolerância e praticam os vícios”.

Luiz Caiado passa, a seguir, a demonstrar essas premissas com exemplos da história, inclusive a história das religiões, desaguando no Cristianismo.

E prossegue, conduzido pelo fio da história, para abordar outros fatos da saga universal que tem íntima relação com a maçonaria.

“Com as cruzadas, os dirigentes da sublime ordem procuraram regressar aos pontos onde teve início o cristianismo, e ali, naquelas legendárias regiões onde teve começo a última etapa da maçonaria, após a vinda de Jesus, instalaram a ordem dos templários, designação tomada, então, pelos maçons integrantes da ordem do templo.

“Com o suplício da Jacques De Molay, grão-mestre dos templários, sacrificado por determinação do papa Clemente, a maçonaria entrou numa nova fase. A execução de Jacques De Molay foi o acontecimento que causou a mais profunda impressão no mundo inteiro, de então, já pelas circunstâncias trágicas que a rodearam, como também porque, entre os juízos de Deus, cuja inovação várias vezes se verificou, o apelo feito pelo grão-mestre dos templários, citando o papa Clemente perante o tribunal de Deus, e marcando prazo, que se confirmou, com exatidão, para o comparecimento daquele papa, dentro de um ano, perante a Justiça Divina.

“De fato, no momento de subir ao cadafalso, o grão-mestre dos templários bradou: — ‘Morro inocente dos crimes que me imputam; o meu maior e único acusador está em Roma, é o papa. Apelo para o juízo de Deus, e cito o papa Clemente a comparecer perante esse tribunal dentro de um ano’. E foi assim que, naquele mesmo ano, falecia também o maior inimigo de Jacques De Molay: o papa Clemente”.

E acresce Luiz Caiado:

“Nos principais fatos da história do Brasil, a maçonaria teve papel saliente, a começar pela Inconfidência Mineira. maçom era Tiradentes, como o foram muitos de seus companheiros, como o padre Rolim e outros. A Independência do Brasil já estava decretada dentro da loja maçônica pelo Irmão Guatimozim (Dom Pedro I), no dia 20 de agosto de 1922, 16 dias antes do Grito de Independência, as margens do Ipiranga. A Abolição da Escravidão foi feita pela maçonaria, assim como a Proclamação da República. Deodoro da Fonseca era maçom, e maçons eram todos os seus ministros. Os três presidentes da República que sucederam a Deodoro da Fonseca eram maçons, como Floriano Peixoto, Prudente de Morais e Campos Sales. A Floriano Peixoto devemos as primeiras ‘démarches’ para a mudança da capital federal para o Planalto de Goiás, que foi a nomeação da célebre Comissão chefiada pelo engenheiro Luiz Cruls”.

Posso acrescentar que os presidentes Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros foram maçons.

Maçom foi, também, Pedro Ludovico. Eu tive o privilégio de ouvir-lhe a confissão, numa visita a sua residência, na Rua 26, hoje Avenida Dona Gercina, Centro.

8 – A Renúncia: Após os festejos da instalação, vieram, como era de presumir-se, as primeiras dissensões. Luiz Caiado residia em Anápolis, não havia estrada asfaltada para Goiânia, o acesso era difícil e demorado. Daí por que Luiz Caiado decidiu renunciar ao cargo de grão-mestre, fazendo-o através da carta dirigida ao deputado do grão-mestre Genésio Barreto de Lima, 13 meses após sua posse.

9 – O Desenvolvimento: Ao longo desse meio século de existência, a grande loja se expandiu, consideravelmente, e se fortaleceu, sob todos os aspectos. Fundou as grandes lojas de Brasília (DF) e do Tocantins. Construiu a sua sede definitiva, no Setor Jaó, numa área de cerca de 10.000m2. Introduziu, por meu intermédio, como membro efetivo do supremo conselho do grau 33, a ordem De Molay. Multiplicou o número de lojas maçônicas, hoje cerca de 140, mesmo abstraídas as de Brasília e do Tocantins. Em suma, realmente, uma grande potência maçônica.

10 – Considerações Finais: Cerca de 700 pessoas compareceram à abertura dos festejos do cinqüentenário, inclusive o governador Marconi Perillo e o prefeito Pedro Wilson. Maior prestígio, ainda: a presença do comendador Luiz Fernando Rodrigues Torres, representante do Grau 33 para o Brasil.

LICÍNIO BARBOSA, advogado, professor titular da UFG/UCG, presidente do IBCP — Instituto Brasileiro de Ciências Penais, diretor da ESPEN — Escola Penitenciária Nacional, do Ministério da Justiça, é articulista do Jornal Opção. E-mail: licinio@internetional.com.br

Esta palestra foi proferida primeiramente na Loja Maçônica Educação e Moral, quando da homenagem do Dia do Maçom, em agosto/2000. E por ocasião do cinqüentenário da Grande Loja Mac. do Estado de Goiás foi proferida novamente e posteriormente publicada no Jornal Opção On-Line de Goiânia/GO em suas edições de nº 1354 até 1357.

Visite o site da Loja Maçônica Luz no Horizonte e conheça mais sobre a maçonaria goiana: www.geocities.com/abeltolentino/



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