Grande Loja Maçônica do Amazonas

Grande Loja Maçônica do Amazonas

O Amazonas, ao ser elevado à categoria de Província, em 1850, não possuía Loja Maçônica, permanecendo nessa situação até o surgimento, em 1872, da Loja “Esperança e Porvir”, no Oriente de Manaus. Tal fato, porém, não significava ausência, naquela época, em terras amazônicas, de atividades da Maçonaria Universal. Ao contrário, houve, conforme registram os historiadores, acentuada participação de Maçons brasileiros e estrangeiros, no meritório trabalho de não somente manter a integridade do território nacional, mas também de propiciar condições para a execução de uma correta política de desenvolvimento regional.

Essa Sociedade desenvolveu notável campanha que obteve completo êxito a 10 de julho de 1884, quando o Ir. Teodoreto Carlos de Faria Souto, que exercia o cargo de Governador da Província, decretou a extinção da escravidão no Amazonas.

A Grande Loja Maçônica do Amazonas é considerada a primeira das Grandes Lojas Brasileiras com fundação em 22.09.1904, quando surgiu como Potência Maçônica na Amazônia Ocidental, até os dias atuais, e foi denominada de vários modos, a saber:

Com a proclamação, pelo Grão-Mestre Desembargador Gaspar Antônio Vieira Guimarães, a 24.07.1927, no Templo da Loja Maçônica Amazonas, o Grande Oriente do Amazonas e Acre, passou a ter soberania, tendo sido a quinta Grande Loja a receber a Carta Constitutiva do Supremo Conselho da República Federativa do Brasil. Estava, assim, criada a primeira Entidade da Arte Real na Amazônia Ocidental, soberana e independente. Nessa data, existiam na região, vinte e seis Lojas e que passaram a pertencer à nova Potência Maçônica. Essas Oficinas encontravam-se: sete na Capital e oito no Interior do Estado do Amazonas; oito no atual Estado do Acre; duas no atual Estado de Rondônia; e uma na Bolívia.

  • De 1904 a 1927 – Grande Oriente Estadual do Amazonas;
  • De 1927 a 1945 – Grande Oriente do Amazonas e Acre;
  • De 1945 a 1961 – Grande Oriente do Amazonas, Acre e demais Territórios Limítrofes;
  • De 1961 a 1968 – Grande Loja do Amazonas, Acre, Rondônia e Rio Branco;
  • De 1968 a 1974 – Grande Loja do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima;
  • De 1974 a 1980 – Grande Loja do Amazonas e Territórios Limítrofes;
  • De 1980 a 1985 – Grande Loja do Estado do Amazonas – GLEAM;
  • De 1985 a 1988 – Grande Loja Maçônica do Estado do Amazonas – GLOMAM;
  • A partir de 1988 – Grande Loja Maçônica do Amazonas – GLOMAM.

Os Maçons do Amazonas, ao longo desses anos, realizaram trabalho admirável. Desde sua organização até hoje souberam dignificar nossa Sacrossanta Instituição, mantendo a regularidade, conscientizando-se da necessidade do aprimoramento individual, através dos ensinamentos maçônicos, objetivando viver suas vidas pautadas nos fundamentos que sustentam até hoje a Maçonaria.

http://www.glomam.org.br/



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