Frei Caneca

Frei Caneca o JOAQUIM DO AMOR DIVINO CANECA

Nasceu na cidade de Recife, no bairro de Fora de Portas, freguesia de S. Frei Pedro Gonçalves, (Estado de Pernambuco), em julho de 1779, e faleceu a 13 de janeiro de 1825. Era filho de Domingos da Silva Rebelo, por alcunha Caneca, e D. Francisca Maria Alexandrina de Siqueira.

A figura de Frei Caneca é das que reclamam estudo especial, detido e consciencioso, como de individualidade distinta, perfeitamente caracterizada na índole e na ação. Basta ler-lhe a biografia sumária e considerar-se a circunstância de haver sido um mártir, por amor à liberdade e à pátria, para que se nos desperte a vontade de empreender um estudo psicológico do herói. Além do seu devo-tamento à causa do bem público, encontra-se, a relevar-lhe o merecimento, a sua intelectualidade manifestada no cultivo das letras e no estudo das ciências.

De origem obscura, pois era filho de um tanoeiro, adotou como sobrenome o apelido — caneca — com que era alcunhado o modesto e honrado progenitor.

Atesta-lhe a nobreza de alma e a liberalidade de espírito, o seu biógrafo principal. Confirmam-nas o conceito em que era tido o sacerdote, no clero e na sociedade de Recife, e a abnegação com que se devotou à pátria, dando-lhe até a vida em holocausto da justiça e da liberdade. A causa da independência encontrou nele um dos mais ardorosos paladinos. Não media sacrifícios nem temia a compressão dos tiranos!

Ignora-se-lhe o dia do nascimento. Sabe-se, apenas, que estudou no convento de N. S. do Carmo, de Recife, onde tomou o hábito a 8-10-1796 e fez solene profissão no ano imediato, sendo-lhe concedida a dispensa apostólica de idade, pelo Cardeal Pacca, para se ordenar aos 22 anos.

Da sua ordem monástica obteve a patente de leitor em retórica e geometria, no ano de 1803, e as nomeações de definidor e secretário do padre mestre Frei Carlos de S. José, quando foi nomeado visitador do convento, em 1809.

Dedicou-se a estudos de matemática, por influência do seu amigo Dr. Antonio Francisco Bastos, professor de geometria e seu mestre sapientíssimo, segundo as expressões do discípulo. Com ele aprendeu cálculo infinitesimal e mecânica racional.

Participou da revolução pernambucana de 1917, exercendo funções de conselheiro, segundo afirma Muniz Tavares, na sua estimada obra sobre o movimento redentor.

Subjugada a revolta, foi preso e conduzido para o cárcere, na Bahia, com forte e pesado grilhão atado ao pescoço. Durante o trajeto dos prisioneiros, ao longo das ruas de Recife, desde a cadeia ao brigue “Mercúrio” que o transportou para a cidade de S. Salvador, movia-se o préstito lúgubre, ladeado de tropas fiéis ao governo da metrópole, ao som da música da banda militar que atraía o povo a ver a procissão dos réprobos. Ia Frei Caneca à frente, com mais três companheiros amarrados, com a cabeça descoberta e fronte erguida, apesar do peso que lhe atuava nos ombros.

Chegados a bordo do navio, foram encerrados no porão escuro, grilhões aos pés e gargalheiras aos pescoços, com pontas cravadas no pavimento, a fim de os obrigar a permanecerem deitados.

Assim fizeram a viagem, com sentinela à vista, sem poder falar nem gemer, comendo alimentos salgados para lhes aguçar a sede, que não era saciada.

Todos os martírios sofridos no fúnebre presídio, que mais terror lhes causava do que o inferno ou a própria morte, foram o prelúdio de outros suplícios praticados pelo carcereiro e outros algozes, quando os prisioneiros foram encerrados na masmorra escura ou no imundo ergástulo da cadeia da Bahia.

Tantos foram os castigos que se abateu o caráter altivo e impetuoso do frade pernambucano.

Assim permaneceram quase dois anos, durante a primeira fase, só tendo a comiseração de duas freiras do convento do Desterro, as quais os socorriam com parte de alimentos que lhes cabiam.

Frei Caneca e seus companheiros de prisão manifestavam-lhes reconhecimento e ofereciam-lhes versos e davam-lhes lições, depois de suavizado o regime de torturas.

São poucas as produções poéticas do frade. Resumem-se na glosa a um mote por ele mesmo proposto:

Não posso contar meus males, Nem a mim mesmo em segredo; É tão cruel o meu fado, Que até de mim tenho medo; na resposta à “Colchea” dirigida aos presos do Estado na cadeia da Bahia pela Sra. Da. Cândida Luísa de Castro; na décima, cantata e ode consagradas à sua protetora; nas duas poesias conhecidas sob a denominação de “Hino de Fr. Caneca” e na “Ode a Portugal”.

Depois lhes foram permitidas algumas regalias, como as de escrever, ler, estudar e ensinar à mocidade. Frei Caneca lecionou Geometria e Cálculo a rapazes e militares, e escreveu uma gramática da língua portuguesa, para uso de sua benfeitora.

Esse compêndio, organizado em forma sistemática e subordinado a uma epígrafe de Duelos, abrange a segunda parte de suas obras: “Produções didáticas”.

A epígrafe define o sistema: “Poucas regras e muita reflexão com uso mui freqüente, eis a maneira das artes de aprender com perfeição”.

Melhorou a sorte dos prisioneiros, quando o Conde da Palma sucedeu ao Conde dos Arcos, no governo da província da Bahia. Mas só lhes foi concedida a liberdade no fim de quatro anos.

Frei Caneca regressou à província natal, onde foi recebido, com justa alegria, pelos amorosos pais e pelos amigos dedicados.

Continuou a se ocupar dos destinos políticos da província de Pernambuco, zeloso pelo bem público e interessado pelo progresso de sua terra natal. Foi, então, reintegrado no magistério, conferindo-lhe, a primeira junta do governo constitucional de Pernambuco, a regência da cadeira de Geometria elementar (l.°-l-1822).

Nesse ano (1822) publicou a ode escrita a 3 de julho de 1821, por ocasião da chegada de D. João VI a Lisboa. Destinou o produto da venda do folheto ao socorro de uma família desgraçada.

Datam desse período (1822-1821) os trabalhos que escreve sobre política, questões sociais, orações apologéticas, artigos em jornais e cartas, reunidos na 3.a parte da obra póstuma sob título de “Dissertação político-social”, 4.a parte “Orações sacro apologéticas”, 5.a parte “Polémica partidária”, 6.a parte “Carta de Pítia a Damão”, 7.a parte “O Typhis Pernambucano” (periódico de que foram publicados 20 números).

Neles e na ação anterior, Frei Caneca revela-se um espírito liberal exaltado, polemista de rija têmpera e propagandista demo crático, com idéias francamente revolucionárias.

Nativista na revolução de 1817, manifestou-se separatista na de 1821, para se constituir a Confederação do Equador. Se merecer a simpatia geral da nação na primeira tentativa de independência assumiu atitude reprovável, quando pretendeu desmembrar o país no segundo ano da sua independência política.

Pelas colunas do “Typhis Pernambucano” exaltou-se a sua indignação contra a conduta de Pedro I, exacerbando-se-lhe o ânimo pela dissolução da Constituinte de 1823. E, possuído de exaltação patriótica, desfraldou a bandeira separatista, pretendendo a secessão da pátria comum.

Não me inspiram simpatia os vultos da nossa história orientados pelo critério da cissiparidade, que antepunham à concepção de pátria una e indivisível, os arroubos regionalistas, o entusiasmo pelo provincialismo, como sucedeu a pernambucanos e rio-granden-ses-do-sul que pretenderam o desmembramento do Brasil com a Confederação do Equador e com a Guerra dos Farrapos, para se constituir a república de Piratinim.

O frade carmelita, a julgar pelas suas atitudes extremas c pela sua ação de jornalista e panfletista, era muitas vezes impulsivo e arrebatado. Apresentava a índole revolucionária agravada pela exaltação do espírito impregnado de ideias liberais e demagógicas, influenciado pela obra dos enciclopedistas. Da leitura dos seus trabalhos políticos e jornalísticos se depreende a verdadeira significação do seu caráter, propenso à liberdade e adverso ao despotismo. Encarnava o espírito combativo e revolucionário, nos momentos de luta; era aparentemente calmo, simples e modesto, nos períodos de tranqüilidade. Como polemista chegava a ser grosseiro; em compensação era singelo nas narrativas plácidas. Exaltavam-no, sobretudo, o patriotismo, o combate ao elemento lusitano, as polêmicas com adversários e a defesa de princípios de liberdade, independência e justiça. Era um homem de coragem, um espírito forte, como provou na defesa das idéias e opiniões na prisão e perante o cadafalso.

Salientou-se o polemista na “Resposta às calúnias e falsidades da Arara Pernambucana”, em “O Caçador atirando à Arara Pernambucana”.

As “Cartas de Pítia a Damão” são bem mais calmas, revelam a capacidade do argumentador e de muito servem para interpretar os fatos políticos da época.

O “Typhis Pernambucano” é obra típica do panfletário, do jornalista de combate.

Na “Dissertação político-social” se encontram a parte doutrinária da sua obra, o atestado de cultura do seu espírito, a ilustração humanística do escritor.

É curiosa a leitura dos primeiros capítulos da “Dissertação”. Manifesta-se o escritor em antagonismo com o político militante. Há um desacordo entre o doutrinário e o revolucionário. Manifesta-se contrário ao nativismo, ao apego regionalista, para sustentar “que a pátria de direito é preferível à pátria de lugar”, que é “fútil, prejudicial e insubsistente” a distinção de diversidade de solo natal. No entanto, pretendeu a cissiparidade da grande pátria brasileira, pelo predomínio da força centrífuga do critério provincial ou regional sobre a força centrípeta da idéia nacional da grande pátria comum, do valor político das grandes áreas ou dos grandes espaços, no dizer dos geógrafos Ratsel e Otlo Maull.

Nas “Orações sacro-apologéticas”, o religioso segue o modelo de Antônio Vieira, na exposição de idéias e na escolha dos temas, embora dele se divorcie, por completo, na linguagem e no estilo. Frei Caneca tinha a singeleza de elocução, a simplicidade de expressão.

Aí também se nota a contradição entre o doutrinário do púlpito e o revolucionário separatista e republicano. Assim, lê-se, na oração proferida na solenidade da aclamação de D. Pedro I: “O império constitucional, ou é uma concepção de uma inteligência acima da dos mortais, ou é uma dessas verdades sublimes, com que nos costuma presentear o acaso, ou, se nasceu da reflexão, é a obra-prima da razão, e o maior esforço do entendimento humano no artigo — política.

“Império constitucional?

“Colocado entre a monarquia e o governo democrático, reúne em si as vantagens de uma e de outra forma, e repulsa para longe os males de ambas. Agrilhoa o despotismo e estanca os furores do povo indiscreto e volúvel.

“O imperador, podendo fazer todo o bem aos seus súditos, jamais causará mal algum, porque a constituição, com sábias leis fundamentais e cautelas prudentes, tira ao imperador o meio ( afrouxar a brida às suas paixões e exercitar a arbitrariedade”.

No entanto, o pregador de 1822 foi o mesmo revolucionar republicano de 1817 e o separatista democrático de 1824.

A “Gramática” é condensada em 38 páginas de admirável con cisão e de método original e proveitoso.

O “Tratado de eloqüência” e as “Tábuas sinóticas do sistema retórico”, de Fábio Quintiliano, são obras de caráter meramente didático, como a anterior. Subordina-se à experiência conseguida no magistério, durante seis anos de regência das cadeiras de Retórico e Poética, Filosofia racional e moral, e de trinta e dois anos de aplicação às letras.

Os versos subordinam-se, rigorosamente, ao classicismo. Refl tem imagens mitológicas e estão adstritos à métrica, aos processe e aos gêneros dos clássicos. São repassados de melancolia e revelai artificialismo de sentimento, porque não se coadunam com a indo do prosador e o temperamento do homem.

Interessante se torna apreciá-lo nos pareceres dados ao pres dente Manoel de Carvalho Pais de Andrade, como membro do coi selho convocado para se pronunciar sobre a posse de Francisc Pais Barreto, presidente nomeado pelo imperador, após a dissoluçã da Assembléia Constituinte. Pronunciou-se, em voto bem fundamei tado, contrário à posse e efetividade de Pais Barreto.

Outro voto bem discutido e sustentado é o que explanou, favc rável à invasão de Alagoas, a fim de evitar a reação contra a atituc de Pernambuco.

Terceiro voto enérgico e positivo deu ele, em forma de parece contrariando o juramento da Constituição, segundo o projeto elab< rado pelo ministério e conselho do Estado, por emanar de pode incompetente e ser contrário à liberdade, independência e direito do Brasil.

Resta referir-me, finalmente, ao “Itinerário” à província d Ceará e sua volta, prisioneiro, a Recife.

É um relato circunstanciado e bastante expressivo da retirad das forças remanescentes, a partir de Olinda, sempre perseguida pelas forças fiéis ao monarca. Louvável pelo estilo e pela sincer dade, o “Itinerário ao Ceará” constitui um capítulo interessante d malograda revolução para se proclamar a Confederação do Equado:

Houve quem a continuasse após a prisão de Frei Caneca n calabouço e relatasse os últimos episódios do infeliz patriota. Revelou calma na defesa, durante o processo, e, sereno, ouviu a sentença de morte. Antes de o conduzirem ao patíbulo, foi ele encerrado no oratório, a fim de lhe darem assistência religiosa. Recusou o conforto de práticas devotas por parte de monges franciscanos , porque não necessitava de instruções sobre matéria de que se achava assaz instruído. Confessou-se com o seu provincial, o padre mestre Frei Carlos de São José, e dele recebeu o sagrado viático, no dia 12 de janeiro de 1825, sendo conduzido ao patíbulo. Mas o mestiço Agostinho Vieira, que devia ser o carrasco, recusou-se a servir de algoz do sacerdote. O mesmo procedimento tiveram dois pretos, também prisioneiros.

Resolveram, por isso, fuzilá-lo na manhã seguinte.

Portou-se como herói, ensinando ao alcaide como devia atá-lo à coluna e, quando iniciativa a última prática demonstrativa dos seus patrióticos sentimentos liberais, teve de interrompê-la, a pedido do seu provincial e amigo. Calou-se e recebeu a carga de fuzilaria.

Morreu heroicamente, com a plena convicção dos seus ideais patrióticos e liberais.

Histórico Maçônico resumido

Frei Caneca (Joaquim do Amor Divino Rabelo) foi iniciado maçom na Loja Maçônica Academia de Suassuna e posteriormente filiado a Loja Maçônica Academia do Paraíso, que tiveram, elas ambas, suas colunas reerguidas pelo Grande Oriente Independente de Pernambuco.

Bendita a Lei Federal de iniciativa do Senador Marco Maciel que determinou a inscrição do nome de Frei Caneca no livro dos Heróis Nacionais. Proteste-se que este reconhecimento só viesse a acontecer recentemente, mesmo sabendo que o tempo do patriotismo não se mede por anos. Foi o próprio herói quem no-lo ensinou nos seguintes versos.

No dia 13 de janeiro de 1825, por decisão dos representantes da dinastia Bragança, o irmão maçom Frei Caneca foi morto a tiros de arcabuz, em virtude de ter participado da Confederação do Equador, movimento revolucionário iniciado em julho de 1824. Frei Caneca, em 1817, havia sido preso e transferido para os calabouços de Salvador/BA, por ter participado da Revolução de 6 de março daquele ano, através da qual se dava uma pátria aos brasileiros e que durou 75 dias, com Presidente e Ministério (maçons), Constituição, Abolição da escravatura, liberdade de imprensa e Universidade. Pernambuco teve o seu território mutilado em dois terços, perdendo as planícies férteis das Alagoas e a Comarca do São Francisco.

BIBLIOGRAFIA

1) Ode a Portugal — 1822.

2) Obras políticas e literárias, colecionadas pelo Comendador Antonio Joaquim de Mello, em virtude da lei provincial n.° 900, de 25-6-1869 — 2 tomos de 144, IV e 620 — IV — Recife, Tip. Mercantil — 1875. O 1.° volume encerra a notícia biográfica, o processo, defesa e sentença condenatória, com um apêndice de notas. Há transcrição de muitos trabalhos de Frei Caneca — O 2.° volume contém: Poesias, Compêndio de gramática portuguesa, Tratado de eloqüência. As tábuas sinóticas do sistema retórico. Dissertação político-social, Orações Sacro-apologéticas, Polêmica partidária, Cartas de Pítia e Damão e o Tífis Pernambucano.

3) Itinerário que fez, saindo de Pernambuco, a 16-9-1824, para a província do Ceará. Foi incluído no 1.° vol. das Obras Completas (n.° 15.483 do Cat. da Exp.).

4) O espelho das mulheres ou arte de realizar por meio das graças os encantos da formosura. Tradução do francês. Foi publicado depois por Januário Alexandrino Caneca, irmão do autor, mas inçado de erros tipográficos.

5) Dissertação sobre o que se deve entender por pátria do cidadão, etc. Pernambuco. Reimpressa no Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1823, 40 págs. (n.° 7.115 do Cat. da Exp.).

6) História da franco-maçonaria — tradução da Enciclopédia inglesa. Publicada pelo mesmo, com muitos erros e incompleta.

7) Notas ao Compêndio de lógica de Genuense — Supõem-se perdidas.

8) Compêndio de cronologia — Idem.

9) História da província de Pernambuco até o tempo do governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro. Antonio Joaquim de Mello afirma que ouviu do próprio Frei Caneca haver escrito essa obra.

10) Biblioteca Pernambucana — Baltazar da Silva Lisboa alude a essa obra, entre os manuscritos do autor. dU

11) Defesa de comparticipação na revolução de Pernambuco de 1817. A Biblioteca Nacional possuía uma cópia autografa. Perderam-se, além das obras citadas, alguns sermões e orações que ele escreveu ou proferiu.

12) Sermão na aclamação de D. Pedro de Alcântara, na matriz do Corpo Santo — Rio de Janeiro, 1823, 28 págs. — (n.° 7032 do Cat. da Exp.).

Devem ser consultadas as revistas do Inst. Histórico e Geog. Brasileiro, do Inst. Arq. Hist. e Geog. Pernambucano, do Inst. Hist. e Geog. Paraibano, e Trimensal do Inst. do Ceará, além das principais obras de História do Brasil.

 

Encontram-se nesse livro muitas citações e notícias da legislação anterior, com referência aos assuntos nele tratados. N.° 10.044 do Catálogo da Exposição, n.° 1.725 da Bib. Bras

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Tradicionalmente, a Maçonaria surgiu com as civilizações, e esteve presente na formação de quase todas elas, para instruir os homens nos princípios da construção social, construindo mentes sábias e personalidades...
Tradicionalmente, a Maçonaria surgiu com as civilizações, e esteve presente na formação de quase todas elas, para instruir os homens nos princípios da construção social, construindo mentes sábias e personalidades…


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