Criação da Maçonaria Moderna

De todas esass evidencias, os Antigos Deveres que se desenvolveram na Inglaterra se tornariam um parte essencial da Maçonaria, mas não pertenciam a ele originalmente, enquanto os outros 'avanços ingleses' são posteriores e, em comparação, superficiais, não afetando a natureza básica do movimento.
De todas esass evidencias, os Antigos Deveres que se desenvolveram na Inglaterra se tornariam um parte essencial da Maçonaria, mas não pertenciam a ele originalmente, enquanto os outros 'avanços ingleses' são posteriores e, em comparação, superficiais, não afetando a natureza básica do movimento.

Criação da Maçonaria Moderna

Afirma-se com frequencia que a criação da ‘Maçonaria Moderna’ remota à fundação da Grande Loja Inglesa (de Londres), em 1717. Na verdade , a data é quase irrelevante no longo processo de avanço do movimento, pois embora a Grande loja Inglesa (de Londres) tenha tido um importante papel na organização da Maçonaria, quando fundada ela apenas reuniu quatro Lojas de Londres e adjacências.

Nessa época, a fundação da Grande Loja (de Londres) foi um evento de menos importância no desenvolvimento da Maçonaria, não constituindo de modo algum um marco na história maçônica.

Destarte, o fato da Inglaterra, ter dado o primeiro passo em direção a organização nacional por meio de Grandes Lojas, e de tal gesto ser imitado subsequentemente na Irlanda (1725) e na Escócia (1736), levou muitos historiadores maçônicos ingleses a concluir que a Maçonaria teve origem na Inglaterra, e que depois a teria passado para o resto do mundo.

É por isso que enontra-se assertivas conflitantestyais como: “Não pode haver duvidas de que a ‘Maçonaria Especulativa’ teve uma origem totalmente inglesas”. Mas, se for pesquisadas as evidências do século XVII relacionadas ao desenvovimento da Maçonaria, logo ver-se-á que elas são abundantes n Escócia e quase inexistem na Inglaterra. Isso tem sido motivo de embaraço, e numerosos argumentos, mais engenhosos que plausiveis, já foram apresentados tentando justificar a esmagadora presença das evidências escocesas, engendrados pelos preconceitos politicos dos maçons ingleses.

Vejamos algumas ‘evidências’ escocesas:
I – primeiro uso da palavra ‘Loja’ no sentido maçõnico moderno, e evidencias de que essas instituições permanentes existem;

II – primeiras atas e outros registros de Lojas;

III – primeiras tentativas de organizar Lojas em âmbito nacional;

IV – primeiros exemplos de “não operativos” (homens que não eram pedreiros de oficio[trabalhadores]);
V – primeiras evidencias associado a Maçonaria das Lojas a ideias éticas especificas expostas por uso de simbolos;

VI – primeiras evidencias indicando que alguns consideravam a Maçonaria sinsitra ou conspirativa;

VII – primeiras referencias a ‘palavra do maçom’;

VIII – primeiros catecismos maçônicos expondo a ‘Palavra do Maçom’ e descrevendo cerimõnias de iniciação;
IX – primeiras evidencias do uso de dois graus (hierarquia) na Maçonaria;

X – primeiro uso dos termos (denominação) ‘Aprendiz’ e ‘Companheiro’ para esses graus (classe/profisssão);

XI – primeiras evidencias (na Loja de Endimburgo) do surgiemnto de um ‘terceiro grau’, criado por uma manobra para considerar-se Companheiro e Mestre não como termos alternativos para com o mesmo ‘grau’ (classe/profissão), mas referindo-se a ‘graus’ (pelo menos como status) separados.

Para rebater todas essas (primeiras) ‘evidencias’ escocesas, a Inglaterra pode alegar:

I – primeiras cópias dos Antigos Deveres (não são conhecidas cópias escocesas antes do século XVII);

II – a utilização difundida das palavras ‘maçom livre’ e ‘maçom aceito’;

III – primeira Loja composta inteiramente de ‘não maçons operativos’ (o que pode ser entendido como uma indicação de que a Maçonaria Inglesa era, muito mais que a escocesa, uma criação artificial, não algo criado a partir de crenças e instituições de pedreiros trabalhadores;

IV – a primeira Grande Loja.

De todas esass evidencias, os Antigos Deveres que se desenvolveram na Inglaterra se tornariam um parte essencial da Maçonaria, mas não pertenciam a ele originalmente, enquanto os outros ‘avanços ingleses’ são posteriores e, em comparação, superficiais, não afetando a natureza básica do movimento.

Este pequeno texto faz parte de um trabalho (cerca de 421 fls) que está sendo elaborado por este signatário o qual será apresentado ao publico maçônico, brevemente.

Fico no aguardo de luzes com o fito de ampliar meus conhecimentos.
F&S
Sergio Roberto – MM(I); MRA; SEM; CT
Grande Loja Maçônica do Estado da Paraíba



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