A Rainha de Sabá

A Rainha de Sabá

Os acontecimentos que levaram à conspiração contra o Grande Mestre, Hiram Abiff, mencionados no último capítulo, e que culminaram com o seu assassinato, começaram com a chegada da Rainha de Sabá, atraída à corte de Salomão pelo que se contava de sua maravilhosa sabedoria e do esplendor do templo que estava empenhado em construir. Conta-se que ela chegou com presentes deslumbrantes e logo impressionou-se com a sabedoria de Salomão.

Rainha de Saba
Conhecida entre os povos etíopes como Makeda, esta rainha recebeu diferentes nomes ao longo dos tempos. Para o rei Salomão de Israel ela era a “rainha de Sabá”. Na tradição islâmica ela era Balkis ou Bilkis. Flávio Josefo, historiador romano de origem judaica, a chamou de Nicaula. Acredita-se que tenha vivido no século X a.C..

A RAINHA DE SABÁ

A Lenda Maçônica é volumosa, circunstancial, até mesmo comum, parecendo artificial e fantástica aos não iniciados, aos que não conseguem ver o importante sentido oculto por trás de cada palavra; mas, daremos apenas alguns fragmentos que se relacionam com o nosso principal assunto e a necessária explicação para ligá-los.


Os acontecimentos que levaram à conspiração contra o Grande Mestre, Hiram Abiff, mencionados no último capítulo, e que culminaram com o seu assassinato, começaram com a chegada da Rainha de Sabá, atraída à corte de Salomão pelo que se contava de sua maravilhosa sabedoria e do esplendor do templo que estava empenhado em construir. Conta-se que ela chegou com presentes deslumbrantes e logo impressionou-se com a sabedoria de Salomão. Mas, até mesmo a Bíblia, que foi escrita do ponto de vista das Hierarquias Jeovísticas, insinua que ela viu na corte de Salomão alguém que era mais perfeito que ele, e aí a narrativa bíblica não a menciona mais.

Seu casamento com Salomão nunca foi consumado, senão o nome Maçom ter-se-ia apagado da memória muito antes dos dias atuais, e a humanidade, em geral, seria agora filha dócil da Igreja dominante, sem livre vontade, escolha ou prerrogativas. Nem a rainha poderia casar-se com Hiram, que representava o poder temporal, senão a Religião teria sido reprimida. Ela devia esperar pelo noivo que incorporasse as boas qualidades de Salomão e Hiram, mas purificado das fraquezas deles, poisa Rainha de Sabá é a alma composta da Humanidade, e na consumação da obra de nossa era evolucionária, ela será a noiva, enquanto Cristo, a quem Paulo chamou de Sumo Sacerdote da Ordem de Melquisedeque, preencherá o cargo duplo, tanto de chefe espiritual quanto temporal.

Ele será rei e sacerdote para o bem-estar eterno da humanidade, que está agora sujeita à Igreja ou ao Estado, mas espera, quer os homens compreendam isso ou não, pelo dia da emancipação, simbolicamente representada pelo Milênio, quando haverá uma cidade maravilhosa, uma nova Jerusalém, uma cidade da paz. E quanto mais cedo se efetuar essa união, tanto melhor para a humanidade. Portanto, uma tentativa foi feita na época e no lugar aonde, diz a lenda, deve ter sido o cenário do episódio amoroso de Salomão e o de Hiram. Ali as duas Ordens iniciáticas se encontraram para consumação de um trabalho definido de amalgamação, simbolicamente chamado Mar Fundido, um trabalho que foi tentado, então, pela primeira vez.

Isto não pôde ser efetuado nos períodos anteriores porque o homem não estava suficientemente evoluído. Naquele tempo, parecia que o esforço combinado das duas escolas poderia realizar a tarefa e, não fora o desejo de cada um de afastar o outro da afeição da simbólica Rainha de Sabá – a alma da humanidade – eles teriam conseguido uma união eqüitativa entre Igreja e Estado e a evolução humana teria recebido um grande impulso. Mas, tanto a Igreja como o Estado eram ciumentos de suas prerrogativas particulares. A Igreja só se uniria sob a condição de manter todo seu antigo poder sobre a humanidade, ficando também para si, os poderes que estivessem ligados ao governo temporal. O Estado era igualmente egoísta e a Rainha de Sabá, a humanidade em geral, está ainda solteira. A Lenda Maçônica conta assim a história dessa tentativa e seu fracasso:


Quando foi mostrado à Rainha de Sabá o suntuoso palácio de Salomão, ela ofertou ao Rei preciosos presentes de ouro e ricas peças lavradas e, em seguida, quis ver o grande Templo, cuja construção estava chegando ao fim. Maravilhou-se com a magnitude da obra, mas estranhou a aparente ausência de operários, assim como o silêncio do lugar. Por isso, pediu a Salomão que chamasse os trabalhadores para que ela pudesse ver quem havia feito esta maravilha. Embora os servos de Salomão no palácio obedecessem ao mínimo desejo do monarca, e ele tivesse sido designado pelo Deus Jeová para edificar o Templo, esses trabalhadores não estavam sujeitos à sua autoridade e somente prestavam obediência àquele que tinha “A Palavra” e “O Sinal”. Portanto, ninguém apareceu ao chamado de Salomão e a Rainha de Sabá não pôde deixar de concluir que este maravilhoso milagre tinha sido feito por outro e alguém maior que Salomão. Assim, ela insistiu em conhecer e ver o Rei dos Artífices e seus maravilhosos trabalhadores, para dissabor de Salomão que sentiu ter caído em sua estima.

O templo de Salomão é nosso Universo Solar, que forma a grande escola da vida para a nossa humanidade evoluinte; as linhas gerais de sua história passada, presente e futura estão escritas nas estrelas, podendo seu perfil ser distinguido por qualquer pessoa de inteligência mediana. No esquema microcósmico, o templo de Salomão é também o corpo do homem, onde o espírito individualizado ou ego está evoluindo, assim como Deus o está no grande universo.

O trabalho verdadeiro no templo, conforme nos foi dito em II Coríntios Cap. 5°, é efetuado por forças invisíveis que atuam silenciosamente, edificando o templo sem ruído de martelo. Como o templo de Salomão foi visível, em toda sua glória, à Rainha de Sabá, a evidência do trabalho dessas forças invisíveis é facilmente percebida tanto no universo como no homem, mas elas próprias mantêm-se nos bastidores, trabalhando sem ostentação; ocultam-se de todos os que não têm o direito de vê-Ias nem de governá-las. A relação dessas forças da natureza e o trabalho que realizam no universo, talvez possa ser melhor compreendida se usarmos uma ilustração: suponhamos que um construtor queira construir uma casa para morar. Ele escolhe o lugar onde vai construir, leva para lá o material e, com as ferramentas de seu ofício, começa a assentar os alicerces.

Pouco a pouco, as paredes são erguidas, o teto é colocado, o interior completado, e a estrutura terminada. Durante todo o tempo de trabalho, um cão, que é um espírito inteligente pertencente a outra e posterior onda de vida, observa seus atos e todo processo de construção e vê, gradualmente, a casa tomar forma e chegar ao fim. Falta-lhe, porém, a compreensão adequada daquilo que o construtor está fazendo e do propósito final que ele tem em mente. Suponhamos que o cão fosse incapaz de ver o construtor ou de ouvir o ruído do martelo e demais ferramentas.

Então, o cão estaria na mesma relação com o construtor como a humanidade em geral está para o Arquiteto do Universo e para as forças que trabalham sob seu comando. Isto porque o cão veria somente os materiais entrosando-se lentamente, tomando forma, e, na seqüência final, terminando uma estrutura. A humanidade também vê o silencioso crescimento da planta, do animal e da ave, mas não pode compreender o que causa este crescimento físico e as mudanças no universo visível, pois não vê o enorme exército de operários invisíveis que estão trabalhando no silêncio, sem som, para produzir estes resultados. Eles não respondem à chamada de quem não tenha o sinal e a palavra de poder, por mais alta que seja sua posição ou posto no mundo.

Os Clérigos sempre enfatizam a necessidade da fé, enquanto os Estadistas enfatizam e realçam o trabalho. Mas, quando a fé floresce em obras, alcançamos o mais elevado ideal de expressão. A humanidade pode e admira os sentimentos elevados e a oratória brilhante; mas quando Lincoln rompe as correntes de uma raça escravizada, ou quando um Lutero se rebela em nome dos espíritos agrilhoados da humanidade, garantindo-lhes liberdade religiosa, a ação externa desses emancipadores revela uma beleza de alma que não é vista naqueles que só sonham e que receiam sujar as mãos em um trabalho real no templo da humanidade.

Os últimos não são os verdadeiros construtores do templo, e seriam incapazes de se inspirar no maravilhoso templo descrito por Manson no livro “O Servente da Casa”. O autor chama o personagem de “Man-son”; isto pode significar que ele o considera Filho do Homem (Son of Man), mas pode ser também que ele quis dizer “Mason”, pois o Servente na Casa era, ao mesmo tempo, um construtor do templo. É maravilhosa a visão interior que o autor da peça deve ter tido quando planejou a cena em que o servo, o operário enamorado de sua obra, fala ao clérigo mundano, que é leviano e tão inexpressivo quanto um sepulcro caiado, do templo que ele, operário, construiu. Esta concepção é uma gema mística e preciosa que anexamos para a meditação do leitor:

“Receio que você não considere este templo de grande importância. Ele deve ser visto de certo modo e sob determinadas condições. Algumas pessoas nunca o vêem na sua totalidade. Compreenda que ele não é um monte de pedras mortas e vigas insignificantes, mas É UMA COISA VIVA”.

“Quando você entra nele, ouve um som – um som como o de um vigoroso poema cantado. Procure escutar bem, e poderá perceber que esse som é o palpitar de corações humanos, é a inexprimível música das almas dos homens, isto é, se você tem ouvidos para ouvir. Se você tem olhos, verá agora o próprio templo, um enorme mistério de muitas formas e imagens, projetando-se verticalmente do solo à cúpula, OBRA DE EXTRAORDINÁRIO CONSTRUTOR”.

“Suas colunas levantam-se como vigorosos troncos de heróis; a delicada carne de homens e mulheres é modelada em torno de seus fortes e inexpugnáveis baluartes. Em cada pedra fundamental, rostos sorridentes de crianças; seus espantosos vãos e arcos são as mãos unidas dos companheiros e, em cima, nas alturas e espaços, acham-se inscritos as inumeráveis meditações de todos os idealistas do mundo”.

“Ele se acha ainda em construção e a construção continua. Às vezes, a obra segue sob escuridão profunda, outras vezes, sob luz ofuscante; ora, sob o peso de indizível angústia, ora, com a música de sonoras risadas e aclamações heróicas como o ribombar do trovão. Às vezes, no silêncio da noite, pode-se ouvir o suave martelar dos companheiros trabalhando na cúpula – SÃO OS COMPANHEIROS QUE CHEGARAM AO ALTO”.

Tal é o templo que o Maçom Místico está construindo. Ele se esforça por trabalhar no templo da Humanidade, e como “quando a rosa se adorna, ela adorna o jardim”, ele também almeja cultivar seus próprios poderes espirituais, conforme prenunciado no MAR FUNDIDO.

Salomão já havia pedido a mão da Rainha de Sabá, e ela aceitou o pedido. No entanto, sentindo que o encontro com Hiram Abiff poderia mudar a afeição dela, tentou consumar seu casamento antes de atender ao seu pedido de conhecer o Grande Mestre. Todavia, a Rainha foi obstinada, ela percebeu a grandeza do Mestre Trabalhador, cuja perícia tinha construído o maravilhoso Templo. Sentiu-se intuitivamente mais atraída para este homem de ação do que pela sabedoria de Salomão, no qual somente encontrou muita expressão verbal em palavras rebuscadas e em alguns ideais elevados, mas que era incapaz de realizá-los. A relutância de Salomão em deixá-la encontrar-se com Hiram Abiff tornou a Rainha mais ansiosa e insistente, e, de má vontade, Salomão foi obrigado a ceder ao seu pedido, mandando, finalmente, chamar o Grande Mestre. Quando Hiram Abiff apareceu e Salomão viu a chama de amor nos olhos da Rainha de Sabá, ciúme e ódio se instalaram em seu coração, mas ele era sábio demais para trair seus sentimentos. Não obstante, desde aquele momento, o plano de reconciliação e união dos Filhos de Seth com os Filhos de Caim, traçados pelas Hierarquias Divinas, foi condenado ao fracasso, destroçado nas rochas da inveja e do egoísmo.

Segundo a Lenda Maçônica, a Rainha de Sabá pediu a Hiram Abiff que lhe mostrasse os trabalhadores do Templo. O Grande mestre golpeou com seu martelo uma rocha próxima, de maneira que faíscas de fogo se soltaram e, ao sinal de fogo combinado com a ação do poder, os trabalhadores do Templo juntaram-se em volta do seu Mestre, formando uma multidão incalculável, todos prontos e ansiosos para cumprir suas ordens. Este espetáculo do admirável poder desse homem impressionou tanto a Rainha de Sabá, que ela decidiu romper com Salomão e conquistar o coração de Hiram Abiff. Em outras palavras, a Humanidade quando tem seus olhos abertos para a impotência do clero, os Filhos de Seth, que também dependem do favor divino, e quando vê o poder e a potência dos regentes temporais, sente-se impelida para eles e deixa o espiritual pelo material. Isto sob o angulo Microcósmico da matéria.

Do ângulo ou ponto de vista Cósmico, observamos novamente que o Templo de Salomão é o Universo Solar e Hiram Abiff, o Grande Mestre, é o Sol, que percorre os doze signos do Zodíaco encenando lá o drama místico da Lenda Maçônica. No Equinócio da Primavera, o Sol deixa o aquoso signo de Pisces, que é também feminino e dócil, pelo beligerante, marcial, energético signo ígneo de Áries, o carneiro ou cordeiro, onde ele é exaltado em poder. Ele enche o Universo com um fogo criador, do qual imediatamente se apoderam os inumeráveis bilhões de espíritos da Natureza, que com ele constróem o Templo do ano vindouro, tanto na floresta como no pântano. As forças de fecundação aplicadas nas incontáveis sementes que dormitam no solo, fazem com que elas germinem e encham a terra de vegetação luxuriante, enquanto os espíritos-grupo acasalam os animais e aves a seu encargo, para que produzam e aumentem o suficiente para manter em estado normal a fauna do nosso planeta.

De acordo com a Lenda Maçônica, Hiram Abiff, o Grande Mestre, usou um martelo para chamar seus trabalhadores e é significativo que o símbolo do signo Aries, onde começa essa maravilhosa atividade criadora, é formado por um par de chifres de carneiro, que também se assemelha a um martelo. É também digno de nota que na antiga Mitologia Nórdica, as Vanir, divindades da água, diziam ter sido vencidas pelas Assir, ou deusas do fogo. O martelo, com o qual o Deus nórdico Thor golpeava o fogo vindo do Céu, encontra sua contraparte nos raios de Jove; como Hiram, as Assir pertencem à Hierarquia do Fogo, e os Espíritos de Lúcifer, os Filhos de Caim, lutavam por domínio positivo através do esforço individual, sustentando, portanto, o ideal masculino, o qual é diametralmente oposto ao da hierarquia que trabalha no elemento plástico Água. Presentemente, nos Templos da última Ordem, a água mágica fica na porta e pede-se a todos que entram, que apliquem esse líquido no ponto da testa onde reside

o Espírito; suas razões afogam-se em máximas e dogmas, e o ideal feminino é venerado na Virgem Maria. Fé é o fator principal em sua salvação, sendo cultivada a atitude infantil de cega obediência.

No Templo da outra Ordem é diferente; quando o candidato entra lá “pobre”, “nu” e “cego”, perguntam-lhe logo: o que está procurando? Quando ele responde “Luz”, é dever do Mestre dar-lhe o que pede e torná-lo Phree Messen – um Filho da Luz. Também é seu dever ensiná-lo a trabalhar, e um ideal masculino, Hiram Abiff, o Mestre Trabalhador, é lhe apresentado como estímulo. Da mesma forma, aprende a estar sempre preparado para dar razão à sua fé. Conforme se qualifica no trabalho, sobe passo a passo, sendo-lhe dada mais luz a cada grau. Nos Mistérios Menores há 3×3 graus; quando o candidato transpõe o nono Arco, ele está no Santo dos Santos, o que forma a entrada para maiores campos além do alcance da Maçonaria. Para maior esclarecimento desse assunto, o estudante pode recorrer aos capítulos sobre Iniciação, Erupção Vulcânica e o número nove, no Conceito Rosacruz do Cosmos.

Progresso e promoção na Maçonaria Mística não dependem de favor. Não podem ser dados enquanto não houver merecimento e o candidato precisa acumular em si o poder para elevar-se, da mesma maneira que um revólver só pode disparar quando estiver carregado. Iniciação é simplesmente como puxar o gatilho, e consiste em mostrar ao candidato como usar o poder latente que existe nele.

Entre os trabalhadores do Templo, haviam alguns que pensavam que seriam promovidos a um grau mais elevado, mas eles não tinham o poder dentro de si, por isso Hiram Abiff não podia iniciá-los. Como eram incapazes de ver que a falta residia neles, irritaram-se contra Hiram, como acontece hoje com candidatos muito ambiciosos que se sentem menosprezados e classificam o instrutor espiritual como um logro, incapaz de lhes dar rápida iluminação e acesso ao invisível, embora ainda comam dos “caldeirões-de-carne do Egito” e não queiram sacrificar-se no altar da abnegação. Os insatisfeitos entre os homens de Hiram passaram a conspirar para danificar sua grande Obra Prima, o Mar Fundido.



Total de leitores: 1.533. Leitura diária: 1. Total de visitas: 2.928.307
mm

About Ivair Ximenes Lopes. Ivair Ximenes

Deixe seus Comentários

Seu comentário é muito importante. Com ele tomamos iniciativas úteis.


  1. Luzes no nosso caminho em busca do entendimento da nossa existência. Outros antes de nós tiveram as experiências que podem nos orientar para uma existência menos atribulada.

    Quer me parecer que o nosso ego é meio de controle para sermos melhores.

    Obrigado por este relato sobre o qual devo refletir apesar de ter humildes origens e permanência

    TFA

  2. Meu Ir.·. Odair Ahmed Abu Jamra

    Acredito que devemos instruir nosso corações com toda leitura, mas com os olhos atentos da verdade, sempre a ponderar.

    Agradeço suas palavras e certamente procuro apenas fazer um pouco da minha parte.
    Aceite o meu TFA

  3. maravilhoso texto explicativo,a riqueza dos detalhes e as terras distantes da rainha de Sabáh,ora lenda,ora história,origem de um país que hoje vive na miséria Etiópia – Eritréia – África Oriental.,hoje de cultura copta,judaica,islâmica,centro de muitos dialetos,religiões e deserto,falat d´água como na Somália,país vizinho.Mas aqui,agradecemos ao Ir.´.Ivair,pela dedicação em nos trazer essa história,apesar de ter muita lenda ao redor desse fato salomônico.

    O Grande Salomão,que teve um fim triste e desolador,ficamos pensando: como um homem que viu a Deus,fala com Deus o tempo todo e terminou esquecido por Deus,na miséria e doente,em sofrimentos horríveis,o grande Salomão,é a História,ciência.Congratulações Ir.´.Ivair.TFA.´.a todos.ahmed.´..

Deixe seus Comentários (rede social)