<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre blog MS MAÇOM</title>
	<atom:link href="http://blog.msmacom.com.br/?feed=comments-rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.msmacom.com.br</link>
	<description>Blog de Maçonaria - Integrando conteúdos, história, ritos e  rituais</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Feb 2010 12:53:07 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Comentário sobre O ROMANTISMO por IXL</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=293&#038;cpage=1#comment-27</link>
		<dc:creator>IXL</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:53:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2009/12/01/o-romantismo#comment-27</guid>
		<description>
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;ROMANTISMO NO BRASIL&lt;/b&gt; -O romantismo surge em 1830, influenciado pela independência, em 1822. Desenvolve uma linguagem própria e aborda temas ligados à natureza e às questões político-sociais. Defende a 
liberdade de criação e privilegia a emoção. As obras valorizam o individualismo, o sofrimento amoroso, a religiosidade, a natureza, os temas nacionais, as questões político-sociais e o passado.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Artes plásticas &lt;/b&gt;-Os artistas dedicam-se a pinturas históricas, que enaltecem o Império e o nacionalismo oficial. Exemplos são as telas A Batalha de Guararapes, de Victor Meirelles (1832-1903), e A Batalha do Avaí, de Pedro 
Américo. O romantismo também influencia as obras dos pintores Araújo Porto Alegre (1806-1879) e Rodolfo Amoêdo (1857-1941).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Literatura &lt;/b&gt;-O marco inicial do romantismo brasileiro é a publicação, em 1836, de Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães (1811-1882). A produção literária passa por quatro fases. A primeira (1836-1840) privilegia o 
misticismo, a religiosidade, o nacionalismo e a natureza. Seus expoentes são Araújo Porto Alegre e Gonçalves de Magalhães.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na segunda (1840-1850) predominam a descrição da natureza, a idealização do índio e o romance de costumes. Os destaques são Gonçalves Dias, poeta de Canção dos Tamoios, José de Alencar, autor de O Guarani, e Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882), de A Moreninha.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na terceira (1850-1860), o nacionalismo intensifica-se e preponderam o individualismo, a subjetividade e a desilusão. Na poesia sobressaem Álvares de Azevedo, de Lira dos Vinte Anos, Casimiro de Abreu (1839-1860), de Primaveras, e 
Fagundes Varela (1841-1875), de Cantos e Fantasias. Na prosa consolidam-se as obras de José de Alencar, com Senhora, e Bernardo Guimarães (1825-1884), com A Escrava Isaura. Destaca-se ainda Manuel Antônio de Almeida (1831-1861), com Memórias de um Sargento de Milícias.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Na última fase (1860-1880), época de transição para o realismo e o parnasianismo, prevalece o caráter social e liberal ligado à abolição da escravatura. O grande nome na poesia é Castro Alves, autor de O Navio Negreiro. 
Outro poeta importante é Sousândrade (1833-1902), de Guesa. Na prosa destacam-se Franklin Távora (1842-1888), de O Cabeleira, e Machado de Assis, em suas primeiras obras, como Helena. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Com o romantismo surgem as primeiras produções do regionalismo, que retrata de forma idealizada tipos e cenários de regiões do país.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Música -Os compositores buscam liberdade de expressão e valorizam a emoção. 
Resgatam temas populares e folclóricos, que dão ao romantismo caráter nacionalista. A ópera se desenvolve no país. Seus principais representantes são Carlos Gomes, autor de O Guarani, e Elias Álvares Lobo (1834-1901). Eles são 
auxiliados por libretistas como Machado de Assis e José de Alencar. Em 1863 estréia Joana de Flandres, de Carlos Gomes, com texto em português. A última ópera apresentada nesse período é O Vagabundo, de Henrique Alves de Mesquita 
(1830-1906). Uma segunda fase do movimento é marcada pelo folclorismo. 
Sobressaem Alberto Nepomuceno (1864-1920) e Luciano Gallet (1893-1931).&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Teatro&lt;/b&gt; -Desenvolve-se a partir da chegada da corte portuguesa, em 1808. A primeira peça é a tragédia Antônio José ou o Poeta e a Inquisição (1838), de Gonçalves de Magalhães, encenada por João Caetano (1808-1863). Martins Pena, autor de O Noviço, é considerado o primeiro dramaturgo brasileiro importante. 
Individualismo, subjetividade, religiosidade e situações cotidianas são as principais características do período&lt;/p&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>ROMANTISMO NO BRASIL</b> -O romantismo surge em 1830, influenciado pela independência, em 1822. Desenvolve uma linguagem própria e aborda temas ligados à natureza e às questões político-sociais. Defende a<br />
liberdade de criação e privilegia a emoção. As obras valorizam o individualismo, o sofrimento amoroso, a religiosidade, a natureza, os temas nacionais, as questões político-sociais e o passado.</p>
<p><b>Artes plásticas </b>-Os artistas dedicam-se a pinturas históricas, que enaltecem o Império e o nacionalismo oficial. Exemplos são as telas A Batalha de Guararapes, de Victor Meirelles (1832-1903), e A Batalha do Avaí, de Pedro<br />
Américo. O romantismo também influencia as obras dos pintores Araújo Porto Alegre (1806-1879) e Rodolfo Amoêdo (1857-1941).</p>
<p><b>Literatura </b>-O marco inicial do romantismo brasileiro é a publicação, em 1836, de Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães (1811-1882). A produção literária passa por quatro fases. A primeira (1836-1840) privilegia o<br />
misticismo, a religiosidade, o nacionalismo e a natureza. Seus expoentes são Araújo Porto Alegre e Gonçalves de Magalhães.</p>
<p>Na segunda (1840-1850) predominam a descrição da natureza, a idealização do índio e o romance de costumes. Os destaques são Gonçalves Dias, poeta de Canção dos Tamoios, José de Alencar, autor de O Guarani, e Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882), de A Moreninha.</p>
<p>Na terceira (1850-1860), o nacionalismo intensifica-se e preponderam o individualismo, a subjetividade e a desilusão. Na poesia sobressaem Álvares de Azevedo, de Lira dos Vinte Anos, Casimiro de Abreu (1839-1860), de Primaveras, e<br />
Fagundes Varela (1841-1875), de Cantos e Fantasias. Na prosa consolidam-se as obras de José de Alencar, com Senhora, e Bernardo Guimarães (1825-1884), com A Escrava Isaura. Destaca-se ainda Manuel Antônio de Almeida (1831-1861), com Memórias de um Sargento de Milícias.</p>
<p>Na última fase (1860-1880), época de transição para o realismo e o parnasianismo, prevalece o caráter social e liberal ligado à abolição da escravatura. O grande nome na poesia é Castro Alves, autor de O Navio Negreiro.<br />
Outro poeta importante é Sousândrade (1833-1902), de Guesa. Na prosa destacam-se Franklin Távora (1842-1888), de O Cabeleira, e Machado de Assis, em suas primeiras obras, como Helena. </p>
<p>Com o romantismo surgem as primeiras produções do regionalismo, que retrata de forma idealizada tipos e cenários de regiões do país.</p>
<p>Música -Os compositores buscam liberdade de expressão e valorizam a emoção.<br />
Resgatam temas populares e folclóricos, que dão ao romantismo caráter nacionalista. A ópera se desenvolve no país. Seus principais representantes são Carlos Gomes, autor de O Guarani, e Elias Álvares Lobo (1834-1901). Eles são<br />
auxiliados por libretistas como Machado de Assis e José de Alencar. Em 1863 estréia Joana de Flandres, de Carlos Gomes, com texto em português. A última ópera apresentada nesse período é O Vagabundo, de Henrique Alves de Mesquita<br />
(1830-1906). Uma segunda fase do movimento é marcada pelo folclorismo.<br />
Sobressaem Alberto Nepomuceno (1864-1920) e Luciano Gallet (1893-1931).</p>
<p><b>Teatro</b> -Desenvolve-se a partir da chegada da corte portuguesa, em 1808. A primeira peça é a tragédia Antônio José ou o Poeta e a Inquisição (1838), de Gonçalves de Magalhães, encenada por João Caetano (1808-1863). Martins Pena, autor de O Noviço, é considerado o primeiro dramaturgo brasileiro importante.<br />
Individualismo, subjetividade, religiosidade e situações cotidianas são as principais características do período</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Surge o Estilo Gótico por Aprendiz Visitante</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=290&#038;cpage=1#comment-26</link>
		<dc:creator>Aprendiz Visitante</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:12:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2009/11/29/surge-o-estilo-gotico#comment-26</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Arquitetura Gótica&lt;/strong&gt;

&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br&gt;
Os Godos, Visigodos e Ostrogodos, eram povos teutônicos, originários da Suécia que, passando o mar Báltico, invadiram toda a Europa e migraram para o sul, 
estabelecendo-se na região do mar Negro e do rio Danúbio. Estas invasões ocorreram entre os séculos III e V d.C., e estes povos, erroneamente 
considerados bárbaros, atacaram e venceram o poderoso império romano, devastando a região dos Bálcãs e do Mediterrâneo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O estilo gótico predominou na construção de edifícios religiosos e seculares, na escultura, na decoração do vidro colorido, em iluminuras manuscritas e em todas 
as artes decorativas, desde cerca de 1140 d.C. até ao final do século XVI. Originalmente, o termo “gótico” era usado pelos escritores do Renascimento 
italiano para designar a arte e a arquitetura consideradas bárbaras e que sucederam, na Idade Média, o antigo estilo românico. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A Idade Gótica é considerada um das eras artísticas mais esplendorosas da Europa. A Arquitetura foi a principal expressão da Idade Gótica. Emergindo na 
primeira metade do século XII, de antecedentes românicos, a arquitetura gótica foi dominante até ao século XVI quando, junto com o Renascimento, apareceram 
outros estilos. Apesar da grande quantidade de monumentos seculares construída no estilo gótico, este estilo foi utilizado principalmente pela Igreja, o maior 
construtor da Idade Média, quando o gótico evoluiu e atingiu a sua plenitude.
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A característica mais distintiva da arquitetura gótica é o seu tipo de abóbada, feita em arcos cruzados, que, em combinação com arcos transversais, se apóiam 
nas colunas de alvenaria que suportam a abóbada. Embora as igrejas góticas tivessem, desde logo, assumido uma grande variedade de formas, a construção de 
uma série de grandes catedrais no norte da França, iniciada na segunda metade do século XII, tirou proveito da nova abóbada gótica. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Os arquitetos das catedrais acharam que, como as forças externas das abóbadas estavam concentradas em pequenas áreas, estas forças poderiam ser suportadas por 
contrafortes e arcos externos, os chamados contrafortes voadores. Por conseguinte, as grossas paredes da arquitetura românica poderiam ser, em sua 
grande maioria, substituídas por paredes finas, o que proporcionou a abertura de janelas e favoreceu a iluminação do interior das catedrais. Além disso, os 
espaços interiores também puderam alcançar alturas sem precedentes, permitindo assim a construção de mais duas naves laterais, juntamente com a nave central 
das igrejas. &lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Deste modo, ocorreu uma verdadeira revolução na técnica e no estilo arquitetônico. O plano geral das catedrais, porém, que consiste basicamente em 
três longas naves, interceptadas por um transepto, por um coro e por um altar-mor, difere muito pouco do antigo estilo românico. A Catedral de Santiago 
de Compostela, a parte externa da Igreja do Templo, em Londres, e o Batistério e a Torre de Pisa, são excelentes exemplares do estilo românico. Na Catedral de 
Santiago de Compostela, construída entre os séculos IX e XII, apenas o conjunto de esculturas recebeu a influência do novo estilo gótico. (Para não esquecer: se 
você visitar a catedral, não deixe de dar um abraço – por trás – no São Tiago que está no altar. Dizem que dá sorte)&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As novas catedrais mantiveram e ampliaram o formato da parte oriental das catedrais românicas francesas, (onde fica o altar-mor) que inclui o corredor 
semicircular conhecido como o ambulatório, as capelas radiais, e a alta abside poligonal (às vezes quadrada) que cerca o altar-mor. A nave gótica central e o 
coro são igualmente de procedência românica.&lt;/p&gt;


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Arquitetura Gótica</strong></p>
<p align="justify">
Os Godos, Visigodos e Ostrogodos, eram povos teutônicos, originários da Suécia que, passando o mar Báltico, invadiram toda a Europa e migraram para o sul,<br />
estabelecendo-se na região do mar Negro e do rio Danúbio. Estas invasões ocorreram entre os séculos III e V d.C., e estes povos, erroneamente<br />
considerados bárbaros, atacaram e venceram o poderoso império romano, devastando a região dos Bálcãs e do Mediterrâneo.</p>
<p>O estilo gótico predominou na construção de edifícios religiosos e seculares, na escultura, na decoração do vidro colorido, em iluminuras manuscritas e em todas<br />
as artes decorativas, desde cerca de 1140 d.C. até ao final do século XVI. Originalmente, o termo “gótico” era usado pelos escritores do Renascimento<br />
italiano para designar a arte e a arquitetura consideradas bárbaras e que sucederam, na Idade Média, o antigo estilo românico. </p>
<p>A Idade Gótica é considerada um das eras artísticas mais esplendorosas da Europa. A Arquitetura foi a principal expressão da Idade Gótica. Emergindo na<br />
primeira metade do século XII, de antecedentes românicos, a arquitetura gótica foi dominante até ao século XVI quando, junto com o Renascimento, apareceram<br />
outros estilos. Apesar da grande quantidade de monumentos seculares construída no estilo gótico, este estilo foi utilizado principalmente pela Igreja, o maior<br />
construtor da Idade Média, quando o gótico evoluiu e atingiu a sua plenitude.</p>
<p>A característica mais distintiva da arquitetura gótica é o seu tipo de abóbada, feita em arcos cruzados, que, em combinação com arcos transversais, se apóiam<br />
nas colunas de alvenaria que suportam a abóbada. Embora as igrejas góticas tivessem, desde logo, assumido uma grande variedade de formas, a construção de<br />
uma série de grandes catedrais no norte da França, iniciada na segunda metade do século XII, tirou proveito da nova abóbada gótica. </p>
<p>Os arquitetos das catedrais acharam que, como as forças externas das abóbadas estavam concentradas em pequenas áreas, estas forças poderiam ser suportadas por<br />
contrafortes e arcos externos, os chamados contrafortes voadores. Por conseguinte, as grossas paredes da arquitetura românica poderiam ser, em sua<br />
grande maioria, substituídas por paredes finas, o que proporcionou a abertura de janelas e favoreceu a iluminação do interior das catedrais. Além disso, os<br />
espaços interiores também puderam alcançar alturas sem precedentes, permitindo assim a construção de mais duas naves laterais, juntamente com a nave central<br />
das igrejas. </p>
<p>Deste modo, ocorreu uma verdadeira revolução na técnica e no estilo arquitetônico. O plano geral das catedrais, porém, que consiste basicamente em<br />
três longas naves, interceptadas por um transepto, por um coro e por um altar-mor, difere muito pouco do antigo estilo românico. A Catedral de Santiago<br />
de Compostela, a parte externa da Igreja do Templo, em Londres, e o Batistério e a Torre de Pisa, são excelentes exemplares do estilo românico. Na Catedral de<br />
Santiago de Compostela, construída entre os séculos IX e XII, apenas o conjunto de esculturas recebeu a influência do novo estilo gótico. (Para não esquecer: se<br />
você visitar a catedral, não deixe de dar um abraço – por trás – no São Tiago que está no altar. Dizem que dá sorte)</p>
<p>As novas catedrais mantiveram e ampliaram o formato da parte oriental das catedrais românicas francesas, (onde fica o altar-mor) que inclui o corredor<br />
semicircular conhecido como o ambulatório, as capelas radiais, e a alta abside poligonal (às vezes quadrada) que cerca o altar-mor. A nave gótica central e o<br />
coro são igualmente de procedência românica.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Surge o Estilo Gótico por IXL</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=290&#038;cpage=1#comment-25</link>
		<dc:creator>IXL</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:11:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2009/11/29/surge-o-estilo-gotico#comment-25</guid>
		<description>O gótico designa uma fase da história da arte ocidental, identificável por características muito próprias de contexto social, político e religioso em conjugação com valores estéticos e filosóficos e que surge como resposta à austeridade do estilo românico.

Este movimento cultural e artístico desenvolve-se durante a Idade Média, no contexto do Renascimento do Século XII e prolonga-se até ao advento do Renascimento Italiano em Florença, quando a inspiração clássica quebra a linguagem artística até então difundida.

Os primeiros passos são dados a meados do século XII em França no campo da arquitectura (mais especificamente na construção de catedrais) e, acabando por abranger outras disciplinas estéticas, estende-se pela Europa até ao início do século XVI, já não apresentando então uma uniformidade geográfica.

A arquitectura, em comunhão com a religião, vai formar o eixo de maior relevo deste movimento e vai cunhar profundamente todo o desenvolvimento estético.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O gótico designa uma fase da história da arte ocidental, identificável por características muito próprias de contexto social, político e religioso em conjugação com valores estéticos e filosóficos e que surge como resposta à austeridade do estilo românico.</p>
<p>Este movimento cultural e artístico desenvolve-se durante a Idade Média, no contexto do Renascimento do Século XII e prolonga-se até ao advento do Renascimento Italiano em Florença, quando a inspiração clássica quebra a linguagem artística até então difundida.</p>
<p>Os primeiros passos são dados a meados do século XII em França no campo da arquitectura (mais especificamente na construção de catedrais) e, acabando por abranger outras disciplinas estéticas, estende-se pela Europa até ao início do século XVI, já não apresentando então uma uniformidade geográfica.</p>
<p>A arquitectura, em comunhão com a religião, vai formar o eixo de maior relevo deste movimento e vai cunhar profundamente todo o desenvolvimento estético.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Surge o Estilo Gótico por Aprendiz Visitante</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=290&#038;cpage=1#comment-24</link>
		<dc:creator>Aprendiz Visitante</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 23:28:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2009/11/29/surge-o-estilo-gotico#comment-24</guid>
		<description>Próximo desse tempo, ou seja, no século XIV, começava, também, a actuação do Compagnonnage (Companheirismo), criado pelos cavaleiros templários ... Aqui um pequenos trecho em que a história condensa....tfa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Próximo desse tempo, ou seja, no século XIV, começava, também, a actuação do Compagnonnage (Companheirismo), criado pelos cavaleiros templários &#8230; Aqui um pequenos trecho em que a história condensa&#8230;.tfa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Fundação da cidade de São Paulo por Ivair Ximenes Lopes</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=536&#038;cpage=1#comment-22</link>
		<dc:creator>Ivair Ximenes Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 01:08:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.msmacom.com.br/?p=536#comment-22</guid>
		<description>Para se logar no site utilize o usuario e senha do site http://www.msmacom.com.br  , para somente comentar pode utilizar o usuario e senha da comunidade http://msmacom.ning.com.br.

O Administrador</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para se logar no site utilize o usuario e senha do site <a href="http://www.msmacom.com.br" rel="nofollow">http://www.msmacom.com.br</a>  , para somente comentar pode utilizar o usuario e senha da comunidade <a href="http://msmacom.ning.com.br" rel="nofollow">http://msmacom.ning.com.br</a>.</p>
<p>O Administrador</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre OS GRAUS MAÇÔNICOS NO R.’.E.’.A.’.A.’. por admin</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=198&#038;cpage=1#comment-16</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 13:34:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2008/01/10/os-graus-maconicos-no-r-%e2%80%99-e-%e2%80%99-a-%e2%80%99-a-%e2%80%99-3#comment-16</guid>
		<description>Estamos aqui para divulga o essencial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos aqui para divulga o essencial.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre D. Pedro I e a Maçonaria por MS Maçom</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=254&#038;cpage=1#comment-15</link>
		<dc:creator>MS Maçom</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 13:47:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2009/10/12/d-pedro-i-e-a-maconaria#comment-15</guid>
		<description>Comentários Liberados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentários Liberados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre No princípio, Deus criou os céus e a terra. por msmacom</title>
		<link>http://blog.msmacom.com.br/?p=40&#038;cpage=1#comment-6</link>
		<dc:creator>msmacom</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 03:30:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://macom.wordpress.com/2007/07/20/no-principio-deus-criou-os-ceus-e-a-terra#comment-6</guid>
		<description>Tudo depende do foco...
Alguns são incrédulos e outros crédulos...é uma dualiadade... TFA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo depende do foco&#8230;<br />
Alguns são incrédulos e outros crédulos&#8230;é uma dualiadade&#8230; TFA</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
