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      Carlos Fabio disse:

      Após a morte de seu pai, rei Jorge 6º., em 1952, Elizabeth Alexandra Mary de Windsor obteve os títulos de chefe de Estado do Reino Unido, da Comunidade Britânica, governante suprema da Igreja da Inglaterra e comandante-chefe das Forças Armadas do Reino Unido.

      Sua mãe era a duquesa de York, Elizabeth Bowes-Lyon. Quando Elizabeth nasceu, era a terceira na linha sucessória, atrás de seu pai e tio, o príncipe de Gales, mais tarde rei Eduardo 8º. A jovem princesa foi educada em casa sob a supervisão de sua mãe e da governanta Marion Crawford. Tornou-se herdeira direta em 1936 porque seu pai se tornou rei após a abdicação do Rei Eduardo 8º.

      No final da Segunda Guerra, em 1945, ela convenceu o pai de que deveria contribuir nos esforços de guerra e se uniu ao Serviço Territorial Auxiliar com o segunda subalterna Elizabeth Windsor, treinada como motorista. Fez sua primeira visita oficial ao exterior em 1947, com os pais, na África do Sul.

      Elizabeth casou-se com o príncipe Phillip Mountbatten, duque de Edimburgo, seu primo de terceiro grau. Ambos compartilham a rainha Victoria como trisavó e são descendentes diretos de Cristiano 9º., da Dinamarca. Em 1948, o casal teve Charles, o primogênito de quatro filhos.

      Após a coroação, Elizabeth mudou-se para o Palácio de Buckingham, em Londres. Ela é a chefe de Estado que mais viajou na história inglesa: em 1953-1954, ela e Filipe deram a volta ao mundo em seis meses. A rainha já fez visitas oficiais à maioria das nações européias e de outros continentes, e esteve no Brasil em 1968, quando compareceu à inauguração do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP).

      Em 2002, Elizabeth II comemorou 50 anos de sua ascensão ao trono com um grande tour pelos Reinos da Comunidade Britânica. Em junho, foi feita uma festa cívica, militar e religiosa que reuniu um milhão de pessoas.

      Presença assídua nos encontros da Comunidade Britânica das Nações (Commonwealth), Elizabeth é conservadora em questões religiosas, no padrão moral e em questões familiares. Por exemplo, usou da sua autoridade para prevenir sua irmã, Princesa Margarida, de casar-se com um homem divorciado, Peter Townsend.

      Hostilizou a princesa Diana (morta num acidente em 1997) por seu comportamento pouco afeito às regras da corte e pela sua alegria de viver. Por muitas décadas se recusou a reconhecer o relacionamento de seu filho, príncipe herdeiro, Charles, com Camilla Parker Bowles, com quem ele se casou em 2005.

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